sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Pres. Lula na Expo Catadores 2009

... os quatros anos de estudo da profissão de jornalismo...
...catadores de lixo não são cidadãos de segunda classe...

Vejam os dois vídeos a qualidade técnica não é boa, mas o discurso é de ser observado.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

A face da Comunicação Popular


Ao contrário do que alguns indivíduos pensam, a Comunicação Popular ou Comunitária é vista hoje por muitos estudiosos sob a ótica da democratização.

Se a analisarmos com todas as suas características peculiares, perceberemos que trata-se realmente de um microssistema dentro de um macrossistema.

O fato é que a comunicação popular e a comunicação de massa têm muito mais em comum do que se pode imaginar. As duas possuem focos específicos – senso que uma é permeada pelo mercantilismo e pela estandardização e a outra é cerceada pela necessidade de auto-afirmação, no que se refere à identidade dos moradores de determinada região.

Peruzzo(1998) revela que em muitos casos o dirigismo e o autoritarismo, tão abominados nas proposições da Comunicação Popular, estão tão intrínsecos que acabam tornando-se imperceptíveis em seu interior. As formas de participação utilizadas dentro da comunicação popular são semelhantes, e senão, idênticas as que são aplicadas de forma comumente em nossa sociedade – jornais, rádio, boletins, faixas, cartazes, pôsteres, cartilhas, entre outros.

A diferença é que a comunicação popular visa atingir a um número específico de indivíduos e a comunicação massiva, pautada pela indústria cultural abrange um universo global. Ao insucesso da comunicação comunitária em algumas regiões podem ser atribuídos diversos fatores, entre eles, a escassez financeira, a participação desigual, a incompetência técnica, mas principalmente, a seriedade dos assuntos.

A autora destaca o pouco espaço reservado para as amenidades pela comunicação popular impressa e radiofônica. Segundo ela a exploração insuficiente do lúdico, do humor e das expressões da criatividade popular faz com que os veículos tornem-se menos atrativos e pouco participativos. Os teóricos Max Horkheimer e Theodor Adorno em seu texto intitulado A Indústria Cultural, o iluminismo como mistificação das massas, apesar de contrários, admitem que o entretenimento fornecido pela Indústria Cultural é extremamente atrativo e contribui para a eficácia da disseminação do capitalismo, e conseqüente padronização da sociedade.

A globalização é inevitável e está aí para provar que a acessibilidade à tecnologia contribui de forma essencial para o crescimento dos movimentos populares. Os dois tipos de comunicação, portanto, podem ser definidos tanto como nocivos como benéficos à manutenção da ordem social.

Logo, o que definirá a real intenção dos discursos será o conteúdo das mensagens veiculadas e a forma como serão absorvidas pelos receptores, que na verdade já não exercem unicamente esse papel, pois a relação que se estabelece em ambos os processos comunicativos é cíclica, e a principal resultante, apesar de todos os percalços, é a conquista da cidadania. “[...] não constitui uma força predominante nem hegemônica na sociedade civil, mas está contribuindo para a democratização desta e da comunicação como um todo” (Peruzzo,1998 p.158).

Para ela, os dois tipos de comunicação estão mediados pela cultura e por esse motivo não podem ser independentes nem opostos.

A comunicação popular é de fato uma forma de os indivíduos de determinada localidade não só manterem vivas as suas raízes culturais, mas também demonstrar o posicionamento em relação aos problemas da coletividade e ainda manter o ideal de luta por uma sociedade justa.


Fabiana Oliveira, é estudante de jornalismo, autora deste blog e participa da disciplina de Comunicação Comunitária da Escola de Jornalismo da Estácio de Sá de Vitória.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Escola de Comunicação da Estácio Vitória



A 4ª edição da Semana Estácio de Comunicação propõe debater os desafios e as oportunidades do mercado de trabalho para os futuros profissionais de Comunicação Social.

Os palestrantes de abertura são o jornalista Kleber Cavalcanti, prêmio Jabuti de 2005, e publicitário Gabriel Campos, redator da MP Publicidade -ES e Prêmio O Globo de Propaganda.

As oficinas são super legais e abertas ao público.

Faça sua inscrição online

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Abaixo Assinado Tic Tac Tic Tac


A Campanha Global de Ações pelo Clima (GCCA, na sigla em inglês) é fruto de uma aliança inédita de organizações não-governamentais, sindicatos, grupos religiosos e pessoas que tem como objetivo mobilizar a sociedade civil e a opinião pública para que os governos se posicionem e estabeleçam metas ambiciosas e justas em prol de decisões concretas para combater as causas das mudanças climáticas e amenizar seus efeitos.

O objetivo da campanha é consolidar uma série de ações em diversos países, que culminarão em uma plataforma de orientações e reivindicações a ser apresentada durante a COP-15, realizada de 7 a 19 de dezembro de 2009, em Copenhague, Dinamarca.
A campanha mundial GCCA está sendo implementada com prioridade em alguns países importantes para o êxito das negociações, ou seja, para que tais países tenham posições e compromissos mais efetivos e adequados para salvar o planeta da catástrofe climática. A lista desses países inclui Brasil, Japão, Canadá e Polônia (que preside o processo de preparação da COP antes de Copenhague).

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Video realizado na Estácio Vitória na Onu


Secretary-General Ban Ki-moon (centre) meets with the winners of the Citizen Ambassadors campaign. The five young people were chosen as part of a UN-sponsored contest in which entrants were asked to submit video messages to world leaders touching on ...a range of global issues.

They are, from left to right: Emily Troutman of the United States, Kirsty Matthews of Canada, Breno Coelho of Brazil, Maricarmen Ortega of Mexico, and Jeremy Walker, also of Canada.